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domingo, junho 26

Diário de Viagem: Campos do Jordão, a viagem

Na semana passada eu fiz uma roadtrip com meu namorado, a nossa primeira, e o destino escolhido foi Campos do Jordão. Quem me segue no snapchat viu tudo em tempo real e com detalhes, então se você não segue, tá vendo o que tá perdendo, né? Bóra lá, é sophiacarolline. Mas voltando ao assunto viagem, a gente foi pra lá, na maior espectativa porém sem muitos planos, a ideia era curtir, aproveitar a companhia e fazer alguns passeios, afinal, era só quatro dias. Nós fizemos uma boa pesquisa de todos os lugares que tinham pra visitar, quanto custava, a opinião de quem visitou e no final fizemos uma relação de lugares que realmente valiam a pena.
Nós chegamos em um domingo, e nesse dia apenas almoçamos em um restaurante muito bom e com o preço em conta (que eu vou falar sobre no próximo post diário da viagem) e depois fomos na fábrica da Baden Baden.
A fábrica da Baden Baden faz um pequeno tour de cerca de trinta minutos pelo preço de R$15, nele você aprende como é o processo, o que é necessário, e a história da marca, no final ganha a degustação de duas cervejas deles e um brinde, que no caso foi um copo gracinha escrito Baden Baden tour, lá eles também tem uma lojinha. Lá dentro eles não deixar fotografar e muito menos filmar, é necessário guardar as câmeras e celulares. Pra fazer a visita é preciso agendar com antecedência de pelo menos 24 horas, pelo email ou telefone que você encontra neste site aqui.
Eu particularmente não achei muito "ó", mas também não gosto de cerveja ou qualquer outra bebida alcoolica, quem se deu bem foi meu namorado que tomou 4 degustações, mas se você curte cerveja, vá!
No dia seguinte resolvemos ir pro Amantikir, era um lugar que eu já tinha pesquisado muito e todo mundo sempre dizia "vá", então eu fui. Pra entrar você precisa pagar, estudante paga R$15. O lugar é um projeto de jardim botânico de cinco fases, porém só duas estão prontas, ou seja, daqui a uns anos aquela beleza toda será multiplicada!
O parque realmente é lindo, muito bem cuidado, com vários ambientes, alguns até rolam uma interação (tipo o labirinto onde nos perdemos) e tem uma vista divina, posso dizer que valeu muito a pena, dá uma olhadinha nessas fotos do lugar! Tem estufa, restaurante, jardim chinês, japonês, inglês, de cactus e mais. A única coisa que eu senti falta foi uma lojinha de lembranças do lugar, porque a lojinha que eles tem vendem as coisas mais aleatórias possível. 
Pra chegar no parque é preciso carro, aliás, ir pra Campos é preciso carro, não vá pra depender de ônibus ou taxi, não dá certo. O lugar fica bem lá no alto, demora um tempinho pra chegar e passa por uma estrada em curvas. Minha maior dica é: se fizer sol, vá pra lá, não adie porque o dia seguinte pode ser nublado ou com chuva, a gente deu sorte do sol, só começou a nublar quando já estávamos indo embora, na verdade nem era um nublado, eram as nuvens que estavam vindo na nossa direção, já pensou nisso, estar no meio das nuvens sem ser de avião? Pois nós ficamos!
De lá nós fomos direto pro tão famoso centrinho de Capivari, e posso contar uma coisa reveladora, porém que é minha opinião? Ali não tem nada de interessante. A não ser que você tenha dinheiro e queira se sentar nos barzinhos pra ficar conversando e gastando dinheiro ali, não tem nada pra fazer. A feirinha de artesanato tem no máximo três barraquinhas de artesanato, as lojas são todas muito caras e na verdade nada nos chamou muito a atenção, tanto é que fomos pro carro passar o tempo até a hora de jantar. Eu sei, alguém vai falar "mas a arquitetura é linda", vou dizer uma coisa, como estudante de arquitetura, ali não tem nada demais, a casa que você vê em um lugar vai ser multiplicada pelo resto da cidade, e fim, é isso. A noite fica um pouco mais bonito porque algumas construção são envoltas com luzes que embelezam o lugar, mas é o que eu disse, nada demais.
Naquele centrinho também fica a lagoa onde tem o pedalinho, mas nós não fomos porque vimos muita gente reclamando que é minúsculo e não tem profundidade, também é o início do teleférico que leva ao Morro dos Elefantes, que nós pesquisamos e não nos chamou a atenção nem um pouquinho. Lá também é onde ficam os restaurante caríssimos e a maior parte dos hotéis, que ainda bem que não escolhemos nenhum por ali, iamos nos arrepender demais, no próximo post vou contar pra vocês onde ficamos, aposto que vão concordar comigo.
Na terça nós resolvemos ficar na pousada, apenas relaxando e aproveitando a companhia um do outro, no final do dia fomos jantar, e no dia seguinte foi hora de arrumar as malas e voltar pra casa.
A cidade tem muitos outros lugares pra visitar, como o Morro do Elefante, a Fábrica de Chocolate Araucária, o Horto, o Palácio do Governador, o Museu Felicia Lerner, entre outros, mas nós fizemos um roteiro simples e curto, que desse pra aproveitar o pouco tempo sem ficar correndo de um lado pro outro.
No próximo post eu vou indicar restaurantes, pousada e falar sobre algumas outras coisas como custo, caminhos etc. Vejam que de maneira alguma quero denegrir a imagem da cidade, ela realmente é muito bonita, mas não da maneira que eu imaginava, deixou muito a desejar, como eu disse pra minha mãe, o que salvou foi a pousada e a companhia. Quem quiser ver mais fotos é só ir lá no meu instagram!

Sophia Cuñado

Ps.: todas as fotos deste post são de minha autoria, o uso delas sem a devida autorização e crédito é crime, não é porque está na internet que é livre, conheça seus direitos.

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